Praça Castro Alves

A Praça Castro Alves é do povo, como o céu é do condor... ou do avião.

No século 16 era a Porta de São Bento da fortaleza que envolvia o núcleo da Cidade do Salvador. No início do século 19, o local ainda era chamado de Portas de São Bento, até a construção do Theatro São João, em 1812, quando passou a ser chamado de Praça de São Bento, depois, Largo do Theatro.

 

Praça Castro Alves

 

Abrigava a maior casa de espetáculos do País e já era um animado local durante o Carnaval.

Em 6 de julho de 1881, o Largo tornou-se a Praça do Poeta, dez anos após sua morte.

O monumento a Castro Alves foi inaugurado em 6 de julho de 1923, meses depois do incêndio que destruiu o Theatro São João. Foi instalado no local do antigo Chafariz de Colombo, de 1855, atualmente abandonado na avenida Garibaldi.

O monumento ao poeta foi contratado, em 1919, com escultor italiano Pasquale De Chirico (1873-1943). A estátua, em bronze, tem 2,9 metros de altura e o monumento tem altura total de 11 m. Na frente, existe uma escultura de um casal de escravos, simbolizando as lutas do poeta baiano pela abolição da escravatura.

Antônio Frederico de Castro Alves (1847-1871) teve vida curta, mas intensa. A Praça em sua homenagem é um dos símbolos da Cidade do Salvador.

Em 1971, os restos mortais do Poeta foram transferidos para uma cripta construída na base do monumento.

 

Dom Pedro II

 

O monumental pavilhão, construído no Largo do Theatro, para a chegada de Dom Pedro II, em Salvador, em 1859.

 

Monumento Castro Alves

 

Praça Castro Alves antiga

 

Praça Castro Alves, homenagem ao poeta baiano.

 

Turismo em Salvador

 

Estatua Castro Alves

 

Castro Alves

O antigo Largo do Theatro, em 1832 (à direita na imagem), em ilustração de A. Earle. Mais: Praça Castro Alves antiga►

Theatro São João

 

 

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Praça Castro Alves

 

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